2011 foi um ano muito especial. Através do PIBID tive a oportunidade de estar dentro de uma sala de aula realizando oficinas com uma turma de 2º ano do Ensino Fundamental. Pude aprender muito com esta turma, a qual deixarão saudades. Tive muitas dúvidas, incertezas, acertei, errei, mas tudo isto me ajudou a crescer, a aprender e a perceber que como futura educadora devo estar sempre estudando, pesquisando e procurando o aperfeiçoamento.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Oficina
Uma outra oficina que destaco, por parecer ter despertado o interesse dos alunos, foi onde iniciei distribuindo para a turma figuras, como se fosse uma história em quadrinhos, onde escreveram abaixo a história, conforme o que estava acontecendo. Após, apresentaram suas criações para a turma, demonstraram empolgação pela atividade e ao mesmo tempo satisfação pela história desenvolvida e criada por eles mesmos. Juntos corrigimos pequenos erros de ortografia. Li para a turma, a narrativa avião de papel, de Regina Siguemoto que seria a verdadeira história conforme as figuras que distribuí para que inventassem a sua. Muitos fizeram parecidas com a original, outros totalmente diferente e foi isto que enriqueceu o trabalho, a diversidade e a criatividade de cada um. Para finalizarmos, confeccionamos um avião de papel, como um simples experimento, onde cada aluno usou sua criatividade para montá-lo. Diversos foram os tamanhos e modelos. Puderam divertir-se com suas obras.
A partir desta atividade e muitas outras, pude notar o quanto a turma progrediu ao longo deste ano, me senti orgulhosa, pois de alguma forma, acredito ter contribuído para com o ocorrido. Mesmo com simples atividades, as crianças são capazes de aprender e sentir prazer em realizá-las.
Oficina
No meio deste ano, mais precisamente, no mês de junho, fizemos uma oficina, onde realizamos um experimento para percebermos e comprovarmos o fenômeno de transmissão do som. Confeccionamos o telefone de cordel, utilizando, dois copos de plástico e barbante. Testamos nossos telefones, para que entendessem o que de fato seria o som se propagar. Distribuí para a turma uma folha com desenhos, onde teriam que pintar os objetos que produziam som e escrever da sua maneira o nome de cada um. Em seguida, cada aluno retirava de um saquinho uma palavra para ler e dizer se produzia som. No final, para descontrair um pouco, fizemos algumas brincadeiras utilizando rádio e CDs, como, estátua dançante, quem cantou?, som de bicho, mas todas envolvendo a leitura e a escrita. Na estátua dançante, conforme quem ia saindo escrevia uma palavra que tinha ligação ao tema trabalhado. Na brincadeira quem cantou?, escreveram o nome dos colegas que cantaram. E no som de bicho, cada aluno escreveu o nome de um animal em um pedaço de papel para sortearmos um para cada aluno imitar, fazendo então a leitura do mesmo ao sortear.
Planejo as oficinas não apenas para que aprendam a ler e escrever, mas também para divertir e interessar os alunos, por isso, acredito ser importante fazer uso de brincadeiras, jogos para que aprendam e ao mesmo tempo façam aquilo que uma criança mais gosta de fazer, ou seja, brincar.
Oficina
Durante este ano de 2011, juntamente com a turma do segundo ano realizamos diversas oficinas, para desenvolvermos a produção escrita e leitura através dos experimentos. Uma das oficinas que percebi maior interesse dos alunos foi uma do início do ano, onde iniciamos com um experimento utilizando papel preto, copo de vidro e lanterna para que percebessem que a luz não atravessa materiais opacos. Escurecemos a sala de aula para podermos notar a presença da luz, todos quiseram realizar este experimento, informando a turma passo a passo do que estavam fazendo. Em seguida, os alunos projetaram com o auxílio da lanterna pequenos objetos na parede, tentando adivinhar o que seria, e assim que descobriram escreveram seu nome da maneira que achavam ser a grafia correta. Logo, juntos escrevemos a forma correta, esclarecendo dúvidas. Eles ainda não conheciam todas as letras do alfabeto, por isso tinham dificuldades em escrever, mas com esta atividade pude perceber em que nível cada aluno estava, juntamente com suas maiores dificuldades e angústia, para poder ajudá-los durante o ano trabalhando e desenvolvendo isto. Neste mesmo dia fizemos uma história coletiva, utilizando estes objetos para nos guiarmos. Foram criativos e participativos, juntos escolhemos um título, Animais do zoológico, pelo fato de os objetos em sua maioria serem bichinhos.
Acredito que esta seria uma forma de realmente despertar o interesse das crianças pela leitura e escrita, pois não deixa de ser uma forma lúdica, sendo então, mais fácil de conseguir a participação da turma e a aquisição do conhecimento.
sábado, 29 de outubro de 2011
Experimentos, leitura e escrita
Estas são as palavras chave do meu projeto, experimentos, leitura e escrita. Portanto, a partir de minhas observações, monitorias e leituras estou dedicando-me a responder a questão de investigação "Como os experimentos podem auxiliar na leitura e na produção escrita em crianças de segundo ano?"
No início tive algumas dúvidas e dificuldades em relação ao tema escolhido, pois me perguntava se realmente através deste tema seria possível desenvolver a leitura e a escrita. Hoje após um ano de PIBID acredito que as crianças são capazes de aprender através de qualquer método que seja utilizado, desde que lhes seja interessante, atraente e que faça sentido. E penso que os experimentos são tudo isso.
A turma de segundo ano em que faço minhas oficinas demonstram gostar das atividades diferenciadas que realizamos. Sempre que possível trabalhamos em grupos, pois além de ser da preferência dos alunos, um pode ajudar o outro, acontecendo então, uma troca de saberes e resultando em um aprendizado mais rico.
No início tive algumas dúvidas e dificuldades em relação ao tema escolhido, pois me perguntava se realmente através deste tema seria possível desenvolver a leitura e a escrita. Hoje após um ano de PIBID acredito que as crianças são capazes de aprender através de qualquer método que seja utilizado, desde que lhes seja interessante, atraente e que faça sentido. E penso que os experimentos são tudo isso.
A turma de segundo ano em que faço minhas oficinas demonstram gostar das atividades diferenciadas que realizamos. Sempre que possível trabalhamos em grupos, pois além de ser da preferência dos alunos, um pode ajudar o outro, acontecendo então, uma troca de saberes e resultando em um aprendizado mais rico.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Objetivos e funções da Educação Infantil
Apesar de o PIBID ser voltado para o ensino fundamental, destaco neste texto a importância juntamente com os objetivos e funções da educação infantil, pois acho que ela contribui no futuro escolar da crianças.
A Educação Infantil não é mais como antigamente, onde a preocupação maior era com a higiene e a saúde. Hoje se pensa também no ensino. E para que a educação seja de qualidade é necessário investir na formação dos profissionais que atuarem nesta área. Além disso, é preciso que o educador aprenda a ver, analisar, ouvir, ler, escrever, explicar. Desta forma ele poderá contribuir na formação de seus alunos diariamente.
Os espaços destinados às crianças devem ser desafiadores e acolhedores para que possam se sentir a vontade para criar e interagir melhor com os colegas, desenvolvendo assim, sua criatividade e habilidades. É importante a participação das crianças na hora de decorar a sala, tem que ter muita cor, objetos, enfim, uma sala onde tenham coisas do interesse delas, com diversas opções para que aprendam sem muita interferência do adulto. Mas isto não significa que o espaço escolar é apenas o da sala de aula, elas podem brincar e criar no pátio, no corredor e nas demais dependências da escola.
Para finalizar, algo muito importante é a troca de afeto entre a criança e o adulto, pois desta forma ela fortalece sua auto estima, amplia suas possibilidades de comunicação e interação social.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Comentário reflexivo sobre a aula prática
Para minha primeira aula prática no 1º ano do Ensino Fundamental escolhi fazer algo diferente daquilo que suponho que os alunos estão acostumados. Iniciei com uma experiência, “explosão de cores”, onde as crianças participaram ativamente de cada passo. Estavam curiosos fazendo muitas perguntas, como, para que serviam aqueles materiais que levei para a sala de aula e o que iria acontecer. Utilizamos um prato fundo, corantes de alimentos de diversas cores, um palito de dente e detergente. Colocamos os corantes sobre o leite e cada aluno com seu palito molhou a ponta no detergente e rapidamente introduziram no meio de alguma mancha de tinta para fazê-la explodir. Também misturamos as cores, formando manchas coloridas e divertidas. Demonstraram interesse pela experiência. Em seguida, em uma folha de desenho cada aluno fez sua pintura a sopro, utilizando tinta guache e canudo, finalizando suas obras de arte com o pincel. Eles são verdadeiros artistas, capricharam em suas obras.
Segundo o livro A criança de seis anos o trabalho manual e o domínio do desenho são exercícios preparatórios para o desenvolvimento da habilidade da escrita. Baseado nisto um dos objetivos das atividades realizadas já mencionadas foi trabalhar a escrita, mesmo que de uma forma indireta, além da percepção das cores, nomeá-las e interagir.
Esta foi a primeira vez que estive em uma sala de aula em condição de professora, aplicando atividades com alunos e posso dizer que apesar da ansiedade foi gratificante, pois percebi que com poucos materiais podemos fazer uma aula interessante, estimulante e educativa tanto para os alunos quanto para o professor. Conforme o livro Acervos Complementares, materiais de baixo custo para montar objetos e realizar experimentos são sempre muito úteis na sala de aula. Outro fato gratificante foi ver a felicidade em cada rostinho e até mesmo a disputa para serem os primeiros a participarem da experiência.
Durante a aula, acredito não ter encontrado obstáculos. As crianças e a professora titular colaboraram para que tudo ocorresse bem, me deixando a vontade para realizar as atividades. Os alunos participaram o tempo inteiro, sem se recusar de fazer as tarefas propostas. Único fato que poderia ser considerado um obstáculo, é que ao trabalhar com materiais líquidos ocorreram sujeiras nas mesas, no chão e inclusive nas roupas, mas isto faz parte quando estão aprendendo e produzindo. Segundo Froebel, a criança, para se desenvolver não devia apenas olhar e escutar, mas agir e produzir. Foi o que fizeram, participaram, agiram e produziram.
Apesar da minha falta de experiência acredito ter agradado os alunos que são o nosso foco, ou seja, tudo que planejamos e aplicamos é pensando neles, em seus gostos, suas necessidades e realidade. Lisboa (2001), afirma que o fundamental para as crianças menores de seis anos é que elas se sintam importantes, livres e queridas.
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